
Nas costas de minhas mãos
Dois agás eu vejo.
São bases de uma ponte
Que as mãos ainda não encontraram.
Dois agás sozinhos
Dois agás pulsantes
Agás desejantes
De um abraço que os aqueça,
De um abraço que os proteja,
Que os alcance.
Por mais longe que eu ouse levá-los,
Não é fácil haver enlace.
Permanecem suspensos, pendentes,
Dependentes.
Não encontram suporte,
Não encontram calor,
Não encontram amantes.
A vez, então, é de ser anunciante:
Dois agás eu vejo.
São bases de uma ponte
Que as mãos ainda não encontraram.
Dois agás sozinhos
Dois agás pulsantes
Agás desejantes
De um abraço que os aqueça,
De um abraço que os proteja,
Que os alcance.
Por mais longe que eu ouse levá-los,
Não é fácil haver enlace.
Permanecem suspensos, pendentes,
Dependentes.
Não encontram suporte,
Não encontram calor,
Não encontram amantes.
A vez, então, é de ser anunciante:
Há mãos dispostas, apaixonantes?
4 comentários:
caracas!
eu acho q nunca vi letras com o desenho das veias... hehe
o texto ficou fera demais :D!
parabéns!
beijo
Tem siiiim!!! As minhas!!
TE amo!
Tem siimm: as minhas!!!
Te amo!
Muito bonito, cara!
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