Prisioneiro® - em 26 de Março de 2008


Passou por aqui um prisioneiro.

Escolheu ser cativo do mundo.

Abraçou o engano, que atou-lhe os pés,

Roubou-lhe a perspectiva de céu.

Caminha em solidão.

Morre aos poucos em sequidão.


De seus grilhões pode se libertar.

Basta ouvir a sutil batida no coração

E não a negar.

Essa é palavra que renova a vida,

Esperança ecoada pela voz mansa

Que chama lá fora.

Deseja salvar, libertar.


Há outros incontáveis prisioneiros.

Por aqui hão de passar.

Dominados em suas correntes,

Quem a Verdade lhes soprará?

2 comentários:

Mari disse...

que bom vc por aqui de novoo!!!
=D
mto bom ler seus textos
bjooos

António Jesus Batalha disse...

Estou alegre por encontrar blogs como o seu, estive a ver e ler algumas coisas,
reparei que aqui há uma pessoa artista,e como aprecio pessoas com arte
fiquei mais um pouco para ver melhor.
Posso dizer que gostei do que li e vi desde já quero dar-lhe os parabéns,
decerto que virei aqui mais vezes.
Sou António Batalha.
Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar
siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.